Monday, April 13, 2009

ROSES AND RAIN


Rosas e chuva, o amor ea primavera. Como poderia ter um amor sem rosas e os pensamentos de primavera? Alguns podem amar sozinho sem rosas e alguns podem amar sozinho sem mola macio arrefecer chuvas chill para a ecologização e contentamento. Como eu


andou a névoa cinzenta na cabeça fletida orações húmido passos

chamou-me de volta para sombras. Luz em profundidade

e no tranco caminharam as palavras. Pensamento as palavras que a poesia andou com

mim.

Em uma curiosa fundir de arte, auto, um lugar calmo no Todos e

Eu queria fugir.

Para mergulhar na rosas e amor, para a neblina ea ecologização

para as estações do ano e ver que apenas sonhos

Sonhos vista

uma rápida imagem de um tempo um pouco como um poema

ou oração

silencioso gasto na névoa.

As árvores no cume parecia onda, um pouco como se a brisa suave, o drizzle menos de um calafrio, e eu corri para a chuva

Já de regresso.

Como sempre estar bem, com amor,

Stephen Craig Rowe

ROSES AND RAIN

Roses and rain, love and spring. How could one have love without roses and thoughts of spring? Some may love alone without roses and some may love alone without spring soft cool rains chill to the greening and glee. As I


walked the grey mists in head bent prayers damp steps

drew me back to shadows. Light in depth

and in stride walked the words. Thought the words as the poetry walked with

me.

In a curious meld of art, self, a quiet place in the All and

I wanted to run.

To dive into the roses and love, into the mist and the greening

into the seasons and view dreams that only

Dreams view

one fast frame at a time rather like a poem

or prayer

silent spent in the mist.

The trees on the ridge seemed to wave, a bit as the breeze became soft, the drizzle less of a chill, and I ran into the rain

Ever to return.

As ever be well, with love,

Stephen Craig Rowe
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